carro novo, bolsa Prada e o novo tablet, não percam!
A mente cheia, vagando em rodopios e facetas da morte
que do real vazio nos priva e nos cercam
Ao longe lamentos da agonia sem fim por não achar
a paz que repousa inabalável no silêncio.
E como marionetes, andam pra lá e pra cá, vivem a se perguntar:
Como eu vim parar aqui? Será que isso eu mereço?!
Meu filho, toca o teu rosto, olha-te no espelho
tens dois olhos para ver, pernas pra andar e braços pra trabalhar
Pecado é jogar fora a possibilidade que é vigente nesse mundo revelho
Antes regra clara, hoje leve desdenho
Amar e ser amado, nunca antes tão verdadeiro.
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